quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Menos médicos, e agora?
Antes de iniciar, é bom deixar claro que discordo completamente dessa forma de contratação dos profissionais médicos através do governo cubano. Mas o drama é que esses mais de oito mil médicos já estão inseridos no contexto das famílias que dependem desse programa e que certamente ficarão desatendidas até que uma alternativa condizente seja criada.
Apesar de os conselhos de medicina afirmarem que existem profissionais no Brasil suficientes para suprir essa necessidade, é fato que nem todos os médicos aceitam trabalhar em regiões distantes.
Ainda que a forma de contratação seja polemica e esteja servindo de transferência de recursos dos contribuintes brasileiros ao governo de Cuba, esses médicos estão prestando serviços à população brasileira mais carente, levando cuidados básicos e preventivos que ajudam inclusive a evitar a saturação dos hospitais que atendem essas regiões e que muitas vezes exigem deslocamentos dos pacientes em busca desses cuidados, a decisão abrupta da equipe que assume a presidência em 2019, dá sinais que segue na retórica de campanha patrocinando o que parece muito mais um confronto ideológico com Cuba e os seus simpatizantes no Brasil do que uma decisão que vise a melhoria das condições de saúde das populações mais carentes.
Fim do terceiro turno JÁ!
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